segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Por fim....

Uma prima muito querida, disse para minha mãe que queria o ponto para colocar uma lojinha.
Minha mãe disse que não, pois iriamos começar a reunião.
Mas em sabendo das necessidades de minha prima, a melhor forma de pregar o evangelho seria ajudando ao próximo.
Por fim o ponto foi alugado.
Mas continuo ainda desejoso em se encontrar com irmãos apenas no espírito do evangelho sem nenhuma religião.
Se alguém conhece o movimento caminho da graça e deseja se encontrar neste espírito, meus contatos estão no blog.
 Douglas José.

A vinda Dele é mais certa que a morte....

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Ufa!!!!

Olá gente Boa!

  Bem, agora parece que está tudo resolvido.
  O ponto comercial ao lado da sorveteria já está certo.
  Estaremos agora re-re-re-re-organizando a volta de nossas reuniões.
  Quando estiver acertado o dia publicarei aqui.
  Um abraço a todos.
   Douglas José.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Adiamento!

Olá gente amiga!

   Iriamos retomar nossas reuniões agora dia 6 de setembro.
   Ocorre que a pessoa que ocupava um outro ponto de um lado da sorveteria desalugou e deseja agora alugar onde iriamos fazer as reuniões.
   Bem, e até agora nada ficou resolvido por enquanto.
   Não sei se irá se resolver até o dia 6.
  Então, quando essa nova situação se resolver, posto novamente no blog uma nova data, e talvez um novo local.
 
  O importante é a consciência que reunião ou pertencer a alguma religião, ou frequentar algum lugar, não torna ninguém discípulo de Jesus.
  O que faz alguém discípulo de Jesus são os encontros da vida e na vida em amor ao próximo.
  O que faz alguém discípulo de Jesus é o exercício da misericórdia, perdão, paz, amor, caridade....
   As reuniões são apenas um momento da caminhada, e se passar disso estou fora....

  Um abraço a todos, e volto a informar nova data para reinício.
 

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Re-encontros!!!!

Olá gente amiga!
Neste dia 06 de setembro (terça) estaremos retomando nossos encontros entorno do Evangelho da Graça.
O início está marcado para às 19:00 horas (em ponto) na rua Capitão Eduardo Raposo, 274, Bairro Barão de Macaúbas, ao lado da sorveteria e em frente ao Mercado do Elson.
Um abraço e até!!!!
Na Graça!
Douglas José!

domingo, 17 de julho de 2011

Porque ninguém entende?

Nenhum Doutor em Divindade conhece mais à Deus que qualquer analfabeto que ama o próximo!!
Não é muito difícil, né?
Mas porque parece que ninguem entende?

Douglas José caminha em São Fidélis-RJ

segunda-feira, 11 de julho de 2011

JÁ SEI TUDO QUE PRECISO!

Eu já sei tudo!
Eu já sei tudo o que preciso saber!
Eu já sei até mais do que preciso saber!
Não tenho mais nada a saber!
Não preciso de teologia!
Não preciso de doutrina!
Não preciso de dogmas!
Não preciso decorar a bíblia!

O que eu preciso é praticar, ao menos uma partícula daquilo que eu sei.
E o que eu sei, e me basta saber isso, pois sabendo isso sei tudo, é que Deus é Amor...
E quem pratica o Amor, entendeu e sabe de tudo.... ainda que em total ignorância...
Ai de mim, quando digo que sei.....   e não pratico.....
O resto é colóquio flácido pra acalentar bovino...

Douglas José....
Um abraço a todos...

sexta-feira, 10 de junho de 2011

por Caio Fábio


“Quem ama, conhece a Deus ama, quem não ama, não conhece a Deus”.

Uma coisa interessante quando se trata do modo como Jesus vai sendo apresentado no Novo Testamento tem a ver com o Seu nome relacional com a História, os indivíduos e com a Trans-história; ou seja: com a eternidade.
Primeiro Ele é o Emanuel, que quer dizer Deus conosco. Ora, Emanuel é o nome do trans-fenômeno da Encarnação na História.
Depois se diz a Maria que Ele seria chamado pelo nome Jesus, que quer dizer: Ele salvará o povo dos seus pecados; remetendo-nos assim para a Sua relação com os indivíduos que viessem a conhecer o Evangelho como Informação; ou seja: na base mais simples da relação existencial entre uma pessoa e sua consciência existencial acerca de Jesus em sua própria vida.
A seguir Ele é chamado de o Cristo, e, com isso, se afirmava a promessa feita aos Patriarcas quanto ao fato de que da descendência de Abraão e Davi viria o “Enviado”; ou seja: o Messias, o Ungido, e, portanto, segundo a língua grega, o Cristo.
Então vem Paulo...
Ora, mais do que qualquer outro é Paulo quem o chama de Jesus, de Jesus Cristo, de Cristo Jesus, e, além disso, o chama de Deus mesmo; ou seja: de Emanuel; isto ao ponto de dizer que Nele subsistem todas as coisas, que Ele é a imagem do Deus invisível; e mais que isto: Aquele em Quem, por Quem e para Quem todas as coisas são e foram criadas.
A seguir vem João...
João o chama de Verbo, usando um conceito existente entre os pensadores Iônicos da Ásia Menor; sendo que em João o conceito é ampliado para significar não a Razão Pura por trás de tudo, mas, antes disso, o Sentido Absoluto e Amoroso de todas as coisas na criação.
Desde João Batista Ele, Jesus, fora chamado de Cordeiro; embora seja já no Apocalipse de João que a figura de Jesus como o Cordeiro de Deus se sobreponha a todas as demais designações relacionadas ao Deus Encarnado, ao Messias, ao Cristo, ao Salvador; e mais que isto: apontava para a Revelação de Deus em Sua amplidão trans-histórica; ou seja: falava do Emanuel para os que Dele sabiam e para os que Dele nunca nada souberam.
Jesus, como nome, está irremediavelmente vinculado à história individual de todos os que receberam a informação do Evangelho.
O Cristo está aberto ao sentido da esperança pessoal de cada um, e, além disso, não determina que o professante saiba qualquer coisa da história de Jesus, mas apenas da experiência existencial com Ele, tenha havido consciência de Sua História entre os humanos ou não para aquele que tenha tal Esperança.
Cristo Jesus designa o fato de que Aquele que é a Esperança de todos os homens, ainda quando não saibam nada sobre Ele, é o Jesus da história dos que conheceram o Evangelho como Informação.
Jesus Cristo é um nome de afirmação na pregação que visa dizer: a Esperança dos humanos tem nome e uma história a ser contada.
O Cordeiro, todavia, se diz que é desde antes de haver Cosmos; e mais: é Ele quem encerra os nomes de Deus na História, quando, no Apocalipse, depois das Cartas às Sete Igrejas e mais três outras afirmações no corpo do texto, Aquele que é o Emanuel, Jesus, Cristo, Verbo, etc. — transcende tudo, e volta ao Principio antes de todos os começos, e passa a ser chamado apenas e tão somente de Cordeiro.
Jesus, Jesus Cristo e Cristo Jesus são designações temporais; porém o Cordeiro é atemporal e eterno: existia antes de tudo e será assim depois de tudo.
A mente religiosa, todavia, só enxerga Jesus onde Ele seja nomeado pelas letras J-E-S-U-S.
Até mesmo a designação “o Cristo” não é bem sentida na alma pela maioria das pessoas da religião; pois, para elas, o Cristo que não diga “Muito Prazer em conhecê-lo. Meu nome é Jesus!” — não serve ao propósito de fazer crentes se reunirem.
Então vem o João do Verbo e do Cordeiro; o João do Apocalipse, e, como ninguém antes [...], apenas insiste que a Igreja saiba Seu nome, mas que Ele mesmo é o Cordeiro sobre tudo e todos; até sobre os que nunca nada Dele souberam.
No fim o Apocalipse nos mostra apenas o Cordeiro; e diz que em Sua Cidade ou Sociedade Eterna, não haverá nomes históricos de Deus a serem pronunciados; visto que lá não haverá [não há] religião e nem santuário; sendo que os humanos subirão para adorar apenas Aquele que se chama de modo indesignável pelo nome de Cordeiro.
Quem entende isso hoje já começa a ver Jesus onde o Seu nome é anunciado; e também passa a discerni-Lo até mesmo onde Seu nome não seja conhecido historicamente como uma Informação, mas que, nem por causa disso, Ele deixe de se revelar aos homens como a verdadeira Luz que vinda ao mundo ilumina a todo homem.
Afinal, João começa o Evangelho do mesmo modo como encerra seu Evangelho Eterno e Escatológico, o Apocalipse; ou seja: chamando-O apenas de Verbo e de Cordeiro; e mais: afirmando que todos os humanos apenas e tão somente viverão da Sua Luz, a qual é e será sobre todos, sem que as nomenclaturas sirvam mais para designar ou mesmo para ideologizar a revelação, conforme acontece hoje com o nome Jesus; o qual é genuíno, mas foi pervertido pela religião para significar “Aquele que nós conhecemos”, em contraposição aos que “não o conheçam” — conforme os “cristãos” imaginam que exclusivamente se possa conhecê-Lo; ou seja: como uma Informação.
Afinal, tudo isto não tem valor eterno; posto que Aquele que me diz que eu tenho um novo nome que eu mesmo não conheço, é o mesmo que diz que nos revelará o Seu nome, o qual ninguém conhece, exceto aquele a quem Ele o revelar.
Portanto, calem-se os lábios que usam o nome de Jesus como grife, e não deixam que as pessoas apenas vejam, saibam e creiam que Deus é amor, e que o resto é a finitização da revelação para compreensão humana nas contingencias da história, do tempo, do espaço, da cultura e da finitude de nossas próprias percepções.

Nele, que é a Luz, o Cordeiro, o Amor e a Vida Eterna,

2 de abril de 2010
Lago Norte
Brasília
Páscoa.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Engolem camelo e coam mosquito

---- Original Message -----
From: SEXO, BEBIDA, CIGARRO E IGREJA!
Sent: Sunday, October 05, 2008 10:59 PM
Subject: QUAL IGREJA?

Caro Pastor!

Sou evangélico há seis meses. Vivo num certo desconforto espiritual, pois tive que deixar coisas que eu gostava de fazer para não "magoar CRISTO" e não ir para o inferno.

Posso servir a CRISTO e beber, fumar, dançar, ouvir músicas seculares, ler livros seculares, praticar sexo sem casar?

Para ser salvo tenho que freqüentar uma igreja? Qual?

Por favor, me oriente!

Seu irmão em CRISTO!!!

___________________________
 
Resposta:


Meu irmão querido: Graça e Paz!


Se seu interesse é em Deus, em Jesus e na Vida Eterna, então, é vida que você quer.

Ora, se é vida que você deseja ter, então, é de vida que você tem que se ocupar.

Assim, não falamos de normas de homens, mas apenas do que Deus chama vida para o homem.

Desse modo, Paulo diz: “Todas as coisas me são licitas, mas nem todas edificam ou me convém. Todas as coisas me são licitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhum delas.

Paulo também disse que não se deve usar a liberdade que temos em Cristo a fim de se dê lugar a nada que seja contra aquilo que Deus, em Jesus, chama Vida.

Você pode o que você quiser, devendo apenas se perguntar: Que bem isso me faz?

Ou ainda:

Isso que eu gosto tanto pode fazer mal a alguém que não tem o mesmo entendimento que eu?

Ou também:

Esse sexo sem amor e sem significado que eu gostaria tanto de fazer por fazer, porque eu gosto, de fato realiza o quê de bom em mim e na pessoa da qual me sirvo?

Ora, aqui no meu site você pode ir ao serviço de Busca e escrever as palavras “sexo”, “bebida”, “cerveja”, “Skol”, “vinho”, “fuma”, etc. — e você encontrará respostas especificas para as suas questões tópicas.

Eu, todavia, aqui, agora, já, quero apenas dizer a você o seguinte:

Você não “magoa a Cristo” quando faz qualquer das coisas acima. Sim! Jesus não faz beicinho! Ele já nasceu Deus. Crescido. E mais: Ele não é tolinho e nem escandalizável. Ele aquenta tudo. Ele é amor. O amor é invencível.

Você faz mal a você mesmo, ao seu futuro, e, sobretudo, ao seu dia de hoje, no qual são forjadas e reforçadas as suas fibras de ser.

Entretanto, você só se fará mal se fizer mal a si mesmo no fazer e usar tais coisas.

Fumar você pode; e pode fumando ir para o céu. Mas e daí? A porcaria do cigarro faz mal aqui, já, no dia de hoje, e, com certeza, fará mais mal ainda amanhã. Portanto, o que há de bom em voltar para ele se você pode estar já livre dele para sempre?

Entretanto, você pode fumar e ir pro céu fumado.

O problema não é o céu, é a terra, é o pulmão, o coração, a circulação, a vitalidade física e sexual. Sem falar no tempo gasto, no dinheiro e também no condicionamento psicológico e físico que o cigarro produz.   

Beber? Ora, beba. Mas não se embriague. Beba, mas não dirija. Beba, mas esteja sempre sóbrio e lúcido. Beba, mas não seja bebido pela bebida...

Ora, o maior sinal de que a bebida bebe a pessoa é quando a pessoa passa a ter que beber todos os dias, ainda que não se embriague.

Quando o individuo se jacta de não se embriagar embora beba todos os dias, é porque a bebida já o bebeu e ele não sentiu ainda.

Mas logo sentirá pelas mudanças súbitas de humor, ao ponto de que ficará cada vez mais bem-humorado quando beber, e, por isto, beberá mais.

Música secular? O que é isso? Deve ser coisa de crente!

Ora, ouça boas músicas. Apenas isto. E tome cuidado com uma tal de “música Gospel” que tem por aí, pois, em geral, faz muito mal aos crentes, embora eles não saibam disso de saída.

Sexo? Deus diz que sexo é bom. Foi Ele que fez.

Portanto, o que há de errado com o sexo, exceto com o que o homem fez dele?

Sexo é coisa tão boa que não deve ser feita de modo tão ruim e sem significado.

Sexo sem significado, promovido apenas pela avidez que tem sua fonte na insegurança dos seres aflitos por afirmação pela via genital, faz muito mal à alma.

Sim! Sexo deve ser o resultado de um encontro que gerou um significado profético no amor: ambos, homem e mulher, olham para frente e imaginam o quão melhor a vida seria se ambos fizessem de suas existências individuais uma vida só para os dois.

Ora, quando a consciência é essa, e ambos são responsáveis o suficiente para tomarem tal decisão, então, o sexo é apenas a continuidade simples e natural.

Assim, acaba a questão de transar antes ou depois de casar, pois, em tal caso, tendo a consciência que acima descrevi, somente quem é casado transa, posto que a transa é o rito mais essencial de todo verdadeiro casamento.

Quando se tem consciência do significado do sexo ele se torna o rito supremo do casamento dos que já estão casados pelo amor consciente e responsável.

O mais... — não é casamento.

No cartório a gente faz contrato. Na “Igreja” [templo] a gente mostra os que estão “se casando”. Mas tanto no cartório quanto na “igreja” ninguém faz casamento.

Aliás, ninguém tem o poder de casar a ninguém diante de Deus.

Diante de Deus somente entram o homem e a mulher; e isto não é no dia da cerimônia, mas no dia em que assumem que se amam.

Agora, saiba:

Só vale fazer qualquer coisa ou deixar de fazer, se for por amor e em fé.

Sem fé a gente se condena em tudo o que faz. E sem amor nada aproveita.

Portanto, você e eu temos que fazer tudo com fé e amor grato.

Transar, comer, beber, namorar, casar, trabalhar, ser amigo, ser pai, mãe, filho, irmão, ou qualquer outra relação, têm que ser feitos e realizados com fé e amor; pois, sem ambos, nada é puro e aproveitável.

Afinal, Jesus disse que aquele que é Seu discípulo faz tudo com amor. Esta é a obediência aos Seus mandamentos: amar sempre.

Assim, você tem apenas que perguntar se você ama a pessoa que você pensa em usar por uma noite apenas. É amor?

Ou então se é amor namorar alguém e usar outras pessoas sexualmente? Ou se é amor beber até cair ou falar um monte de bobagens? Ou se é amor fazer qualquer coisa que possa deixar a você mesmo mal e outros infelizes?

Portanto, leia os textos que sugeri a você no inicio da carta, e, mais que isto, busque entender a razão de seu chamado em Cristo [a leitura de meu site vai ajudar você nisso em muito], pois, você não foi chamado para não fazer, mas sim para ser.

Por isto, leia tudo o que você encontrar na Busca do site sobre “discípulo”, “discipulado”, etc.

Quanto a se dever freqüentar uma igreja, digo a você que não necessariamente.

Você deve ser parte da Igreja, e você já porque crê em Jesus.

Assim, você deve congregar-se em algum lugar no qual você seja de fato edificado na fé e no entendimento do Evangelho.

Mas... freqüentar de modo mágico, como se não indo a desgraça fosse chegar, não, mil vezes não!

Tudo em Jesus tem a ver com vida. Se a freqüência a algum grupo lhe traz graça e vida em Jesus, ajudando você a crescer em fé, amor e entendimento espiritual, então, freqüente aí. Caso contrário busque um lugar que seja assim.

Leia a Bíblia, o Novo Testamento!

Procure na Busca do site pelas palavras “Escritura”, “ler”, “Palavra”, etc.

Vá ao meu site — www.caiofabio.net — e visite o canal “Caminho”, e lá veja se há um grupo do “Caminho da Graça” perto de você.

Receba meu carinho!


Nele, que deseja levar você às coisas excelentes, e não às medíocres,



Caio
6 de outubro de 2008
Lago Norte
Brasília
DF

quarta-feira, 25 de maio de 2011

INVASÃO DOS ESPÍRITOS

 
A INVASÃO DOS ESPÍRITOS – os anjos estão se movimentando...

Leitura recomendada: o livro Batalha Espiritual – aqui no site para download.

O que eu aqui direi é apenas minha opinião, fruto do meu pensar, livre de qualquer preocupação com quem ou o que quer que seja...
Eu creio que o mundo espiritual é tudo, menos etéreo.
Sim, eu creio que o espírito é a categoria mais evoluída da criação, e que espíritos têm poder muito maior do que nós, os humanos, presos ao tempo/espaço, desejamos admitir.
Sem ter que dar satisfação a ninguém, nem tentando desconstruir a opinião de ninguém, eu apenas digo:
Creio que as criaturas que nós chamamos de “anjos” ou que a dimensão que nós chamamos de “mundo espiritual”, é muito mais interativa com os humanos do que nós desejamos admitir.
E mais:
É minha opinião que tais criaturas ou dimensão nos mantêm na ignorância de quem de fato eles sejam ou do que sejam capazes.
E ainda:
É minha opinião que a “igreja” diminuiu esses seres, fazendo-os ou demônios burros e exóticos, ou, então, anjinhos de proteção, com grande charme alado... —, fazendo com que as mentes fiquem condicionadas a não discernirem as manifestações dessas criaturas com outras caras, e até com aparatos.
Mais que isto:
Vejo na simplicidade da Bíblia que tais criaturas podem desejar misturar-se com os humanos, posto que sejam altamente seduzidos pela idéia de procriar com os humanos ou de alterar a natureza humana.
Vejo que eles podem se manifestar como meramente humanos, tomando lugar à mesa e comendo, como também podem ser tão humanamente belos que possam inspirar desejo sexual nos humanos que os contemplem, como em Sodoma e Gomorra.
Vejo que eles podem pregar e advertir o povo, chamando-os ao arrependimento, com aparência e voz humana, como aconteceu em Boquin, segundo o livro de Juízes.
Vejo que podem aparecer como bem desejarem: como guerreiros; como chamas de fogo; como relâmpagos; como tochas no céu; como sinais de luzes; como glória inexplicável aos sentidos dos antigos; como fenômenos naturais; como rodas vivas e cheias de olhos, com pernas de apoio para o disco/vivo; com mobilidade de deslocamento impensável; com adaptabilidade praticamente capaz de tudo; com inteligência superior a nossa em tudo.
E mais:
Eles podem ser espiritual/cibernéticos, como os seres e os aparatos a eles ataviados, conforme a narrativa do profeta Ezequiel; tanto quanto podem entrar no sonho de um homem, como foi com José, o pai de Jesus.
Vejo que tais seres existem em camadas e dimensões diferentes. Sim, eles não são clones de si mesmos e nem tampouco de uma categoria só. Seus poderes são diversos e suas dimensões e manifestações também são variadas.
Vejo que a viagem dessas criaturas pode ir do ambiente quântico ao sonho de um homem. Portanto, tais criaturas podem se imiscuir em toda a experiência humana, da ciência à magia mais grotesca.
Vejo que algumas castas de tais criaturas são profundamente territoriais, e se condicionam aos ambientes, regiões e países, conforme nos insinua a passagem do Gadareno na versão de Marcos: “... não nos mande para fora do país...”; ou ainda conforme o profeta Daniel, que nos fala do “Principado espiritual da Pérsia”.
Vejo que tais seres não têm o poder de nos governar de todo, mas que têm o poder de nos seduzir profundamente, em todas as áreas.
Vejo que existem manifestações de tais criaturas com cara de Óvnis, por exemplo, muito à semelhança da descrição de Ezequiel.
Vejo também que não se quer ver...
Vejo que os cientistas dizem que isso é coisa de esotérico, e que apenas se interessam pela possibilidade de que tais seres sejam como nós, criaturas do tempo/espaço, de outra civilização, muito como a nossa própria, apenas mais evoluída.
Vejo que os esotéricos pensam no fenômeno como uma visitação de uma civilização mais evoluída espiritualmente e que já está aqui para nos iluminar na nossa salvação como espécie.
Vejo que os cristãos dizem que quem se preocupa com isto ou é ateu, ou é místico, ou está se desviando para o esoterismo...
Vejo que quando o bicho pegar quase ninguém saberá o que é!...
Sei que se um desses pousasse na minha frente, se não fosse Servo de Jesus, o Senhor de todos os Universos, sairia na carreira...; pois, em Cristo, nenhuma criatura pode me separar do amor Dele.
Sei, no entanto, como mera opinião, que tais fenômenos aumentarão imensamente nos próximos anos...
Sim, creio que tudo isto é sinal de que nos avizinhamos da Grande Visitação.
Portanto, cada dia mais é minha estranha opinião de que se Deus desejar a Nova Jerusalém vem do Céu mesmo, e pousa na Terra mesmo, e se apresenta como uma Sociedade que apenas desce sobre a Terra mesmo.
Ou seja:
É minha opinião que no fim tudo será muito mais “mágico” [usando uma palavra muito ambígua, porém aqui no sentido de numinoso] do supõe nossa vão escatologia ou nossa vã teologia.
Esta é apenas a minha opinião. Ela não é essencial ao sentido do Evangelho. Porém, creia: é minha opinião.

Nele, em Quem tenho a liberdade de apenas cogitar, sem afirmar nada além de minha própria cogitação,

Caio
10 de maio de 2009
Lago Norte
Brasília
DF

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Genizah visita Caio Fábio dois dias depois do fim do mundo!


 Está marcada a data! 

Dia 23, segunda-feira, às 09:00h com reprise no sábado, 28. 

Ou seja, dois dias depois do fim do mundo!

O que vale dizer, que se o tranco não for no dia 21, do dia 23 não passa!

Você pode assistir também online, nestes mesmos horários aqui:


Estamos indo eu, Danilo, e Carlos Moreira, co-editor do Almanaque Genizah. 

Não faltarão bundões no programa, risos. Afinal, o assunto é conexo! 

Agora sério:

Este encontro promete!

E o convite muito nos honra, tanto que decidimos apresentar o relatório da pesquisa O Crente e o Sexo no programa do Caio e na Revista Cristianismo Hoje, quase simultaneamente, mesmo antes da sua publicação no Genizah. 

A pesquisa de opinião O Crente e o Sexo é um projeto do BEPEC - Bureau de Pesquisa e Estatística Cristã em parceria com o Genizah e a Revista Cristianismo Hoje. 

Alguns leitores devem se lembrar que publicamos aqui no Genizah (e em outros sites cristãos), o link de uma pré pesquisa. A esta, sucedeu o processo cientifico de amostragem, com o envio, por e-mail,  de instrumentos de coleta de dados a mais de 70 mil evangélicos, com o uso da ferramenta da AKNA SURVEY

Os primeiros cortes estão prontos há 20 dias. Alguns líderes, formadores de opinião e acadêmicos  receberam, em primeira mão,  os cadernos com o relatório - Casados Evangélicos - da P.O. O Crente e o Sexo e já estão nos enviando comentários para serem anexados ao release a ser enviado às editorias de comportamento dos principais veículos de imprensa do páis.  Em breve, todos poderão conhecer os resultados.

Portanto, não percam o programa. Além do encontro histórico da apologética com humor e a legenda Caio Fábio, temos a pesquisa, que eu garanto, é promessa de polêmica, mas também de edificação para o Reino


Leia Mais em: http://www.genizahvirtual.com/#ixzz1Mi1AekV8
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial Share Alike

sexta-feira, 29 de abril de 2011


Nesses quase dois mil anos de Cristianismo já se viu todo tipo de experimento comunitário, mas praticamente nenhum deles deu certo muito tempo.

A igreja de Jerusalém se tornou etnicista e legalista. As igrejas gentílicas bem podem ser ilustradas pelas sete igrejas do Apocalipse. E o que vem depois é sempre marcado por cismas, facções, guerras doutrinárias, preconceito, mania de controle, muita fofoca, conspiração, e maquiavelismo. 

A Reforma Protestante não escapou às mesmas coisas. Logo os cismas se manifestaram e as guerras pela verdade da Verdade se instalaram. No nível comunitário estabeleceu-se como regra o bom testemunho, e somente aqueles que o não violassem não seriam perseguidos ou disciplinados. Isto para não se falar na neurose de caça às bruxas e aos hereges, coisa que logo se instalou.

Na história do Cristianismo os bons momentos de vida comunitária sempre foram apenas momentos. E tais bons momentos, em geral, se fizeram acompanhar pelo espírito da uniformidade. Ou seja: se todos estivessem comportamental e doutrinariamente uniformes, então, haveria bom convívio. Mas se alguém pensasse diferente ou fosse diferente, aí instalava-se a discórdia.

No Cristianismo nunca houve espaço para o indivíduo, mas apenas para os uniformizados pela igreja. Portanto, para pessoas que aceitaram deixar de ser quem eram.

Os movimentos de avivamento não fugiram à regra, e nenhum deles conseguiu, por muito tempo, apresentar um avivamento que se manifestasse como vida prolongada em amor. A maioria deles se manteve avivamento enquanto surtos de arrependimento e culpa se manifestavam sobre os ouvintes, mas não se transformava m em encontro de graça, amor, misericórdia, perdão, bondade e mansidão. 

A espiritualidade comunitária desses movimentos sempre foi fiscalizadora e legalista. Daí serem apenas momentos, surtos, episódios, porém sem durabilidade.

Trazendo a coisa para perto de nós, fica ainda mais fácil constatar o que estou dizendo. Nesses 150 anos de fé protestante, e ou pentecostal-evangélica no Brasil, não tivemos um único exemplo histórico consistente de uma igreja que tenha caminhado continuamente em amor, graça e misericórdia. São apenas surtos. 

Ouve-se dizer que uma certa igreja está bem. Logo depois se fica sabendo que o pastor saiu porque “pecou”, ou que um líder “dividiu” a igreja, ou que um movimento novo destruiu o bom convívio, ou que houve revolta na igreja em razão da punição dada a alguém, ou, ainda mais comum-mente, que a igreja se dividiu em razão da punição que não se deu a alguém. Isto sem falar no problema mais comum, que são crentes desejos de avivamento conforme um determinado modelo, e pastores e denominações contra tais movimentos.

Ora, o que aqui digo, do ponto de vista da analise minuciosa, é simplista e superficial. Porém, é incontestável. Ou seja: eu reconheço que não se pode cobrir dois mil anos com algumas linhas e alguns exemplos. Por outro lado, por mais que tais itens sejam esmiuçados em sub-grupos e seus derivados históricos, ainda assim, em nenhum deles se verá um experimento longo e contínuo de uma igreja que tenha vencido os clássicos vícios cristãos no que tange a vida comunitária. Ou seja: à vida na igreja.

Já se tentou de tudo, só não se fez ainda o que Jesus fez para pastorear o Seu próprio rebanho. 
E o que Ele fez? 

Ora, basta ler os evangelhos e se verá como Jesus era o Bom Pastor. 

E como era isso? 

Era exatamente igual ao modo como Ele tratava as pessoas. 

E como Ele fazia isso? 

Fazia justamente do modo como Ele lidava com cada questão do caminho.

Vale lembrar que Jesus nunca se meteu na vida de ninguém, nunca bisbilhotou Seus discípulos, sempre deixou que cada um fosse como cada um era, e quando os corrigia, tal correção não significava diminuição ou execração de ninguém. Além disso, Ele, que tinha todo o discernimento do coração humano, não trata de desnudar ninguém, exceto os fariseus, aos quais Ele desfolhou e expôs a nudez, e isto apenas em razão do fato de que a vida deles era tentar controlar a vida dos outros e dizer como cada um tinha que ser.

Também não se vê Jesus querendo segurar ninguém ao lado Dele. Ao contrário, a maioria Ele ensinou a Palavra, ou curou, ou abençoou, e deixou a vida levá-los. 

O gadareno é o caso mais chocante. Afinal, o cara tinha acabado de ficar livre de uma legião de demônios, pede para seguir com Jesus, e, ao contrário do que se esperaria, ouve Jesus dizer que para ele o melhor seria voltar para casa, para os seus.

No mais, o que acontece é simples: Ele prega o Evangelho do reino d! e Deus, cura os doentes, perdoa os culpados, libertas os oprimidos, inclui os excluídos, pacifica os aflitos, e anuncia esperança, ressurreição e vida. Todavia, não se o vê dando ordens aos discípulos para que controlem alguém, nem tampouco uns aos outros.

O que também não se vê Nele é essa nefasta noção de que o pecador macula o grupo dos santos. Seu tesoureiro era ladrão, Ele sabia disso, e não disse nada a ninguém. Esperou o sujeito se manifestar, e não fez comentários adicionais ao fato, exceto, sem dizer o nome, afirmar: “Um de vós é diabo”.

Para Ele, o ser-diabo é aquele que divide. Diabo significa aquele que divide. Ora, se onde o diabo está presente aí há divisão, que dizer então das divisões que nos têm animado nos últimos dois mil anos?

Já tentamos de tudo. E todas as coisas acabam no mesmo lugar e do mesmo modo. Falta-nos, todavia, fazer apenas como Jesus. Ora, eu sei que é demais para uma igreja viciada em controle e em método; em condução da vida privada e em intervenções; em só considerar o trabalho feito se o gadareno virar pastor ou líder da igreja—sim, é demais simplesmente pregar a Palavra, ajudar a quem pede, cobrir a quem está nu, e dar liberdade ao indivíduo para fazer o seu caminho, crendo que a Palavra e o Espírito cuidarão dele, pois ele tem Pastor.

Para as desculpas que a igreja daria a si mesma, com certeza, se diria que tratar as pessoas com a liberdade com a qual Jesus tratou-as, é demais. Mas não se diz que “é demais” apenas porque não gera controle, nem espetáculo de multidões apresentáveis como gado, e que são cédulas de poder nas mãos daqueles que as controlam.

No dia em que os cristãos crerem no poder da Palavra e do Espírito, e também crerem que o rebanho tem Dono e Senhor, e pararem de se meter uns nas vidas dos outros, e passarem apenas a levar as cargas uns dos outros—e isto se solicitado—, então vermos o que nunca vimos até hoje.

Ora, no dia em que toda essa energia gasta em policiamento e controle, e todas essas forças deixarem de se concentrar apenas no “encher a casa”, e, ao invés, toda a energia for concentrada na Palavra e no carinho reverente para com o trabalho de Deus na vida de cada um, e isso sem patrulhamentos, mas apenas em disposição solidária, então, se verá o que até hoje não se viu.

O que estou dizendo é que para mim nenhuma das igrejas do Novo Testamento é modelo de nada, senão delas próprias. Elas foram apenas igrejas, e tiveram seus vícios e idiossincrasias variadas. 

Para mim, Jesus é modelo de tudo. Obviamente que Ele não é modelo de comunidade, mas é modelo do espírito comunitário. E mais: Seu modo de lidar com as pessoas é a única maneira pastoral de se lidar com os irmãos.

Sim, no dia em que muitos começarem a praticar o espírito de Jesus na vida comunitária, e muitos pastores decidirem deixar de ser discípulos dos que marcam o corpo e a alma dos irmãos como se fossem gado, ou propriedade deles, e tornarem-se apenas pastores como o Bom Pastor, então, se verá o que até hoje nunca se viu.

Nesse dia a igreja não será perfeita, mas com certeza deixará de ser esse covil de serpentes peçonhentas, e de xerifes e vigilantes da alma alheia.

No dia em que nos amarmos uns aos outros e nos perdoarmos mutuamente de modo incondicional, sim, nesse dia, o mundo crerá, e os que não crerem estarão rejeitando a algo que é imperfeito, porém é verdadeiro. Diferentemente do que acontece hoje, quando se rejeita aquilo que se tem que rejeitar mesmo, visto que nem imperfeito é, pois é pior, em razão de que é algo pernicioso. Daí tal rejeição não ser injusta, posto que a própria verdade manda que se rejeite tal coisa que se pretende passar por igreja de Deus, sendo mais perversa com o mundo e com seus próprios filhos que as desalmadas mães avestruzes descritas por Deus no livro de Jó.

Somente na Graça a reunião comunitária não é viciosa, controladora, adoecedora, perniciosa, fraguimentadora de individualidades, e corruptora de espíritos. 

Fora da Graça, todo projeto comunitário mergulha no moralismo, no legalismo, na mediocridade, no controle, na megalomania, nos abusos, nas facções, nas disputas, nas guerras e nos ódios. 

Fora da Graça sempre haverá incluídos e excluídos, santos e pecadores, representantes de Deus e seus pobres representados. 

Fora da Graça, de fato, não adianta tentar ser igreja, pois se terá apenas um clube cristão de fariseus.


Caio 

sexta-feira, 8 de abril de 2011

TEMOS UM CAMINHO ÀS NAÇÕES!!!


São Paulo | Quinta-feira, 7 de abril de 2011
Gente que não consegue mais recuar, olá!
Hoje, embarcamos eu e meu companheiro de viagem Wellington Vanzo, mentor do Caminho em Uberlândia, rumo à Europa. 
Nossa missão se resume a encontros importantes para garantir que o Evangelho que se tem pregado a partir do nosso Portal Virtual mantenha-se como jornada real em meio ao secularismo no velho continente ou a religião cristã pervertida.


Então, longe de uma agenda de passeios ou resgates infantis, vou determinado a seguinte agenda programada nas conversas com o Caio e com o Leo nos últimos meses:
[1] Reunião “definitiva” com o pastor Paul Anderson - companheiro de jornada, autor dos livros Conspiração Bonsai e Sãos e Salvos – para que a versão ampliada do revolucionário booklet O CAMINHO DA GRAÇA PARA TODOS possa ser publicado no Reino Unido, em inglês, pela editora a qual o movimento Grace Project, do mano Paul, está ligado. É o livro UM SÓ CAMINHO (ONLY ONE WAY), que está pronto graças aos nossos “tradutores do Caminho” - grupo de amigos espalhados pelos quatro cantos da Terra, que, sempre prontamente, atendem nossos pedidos de tradução de textos do Caio, de livros e informes. Não sei o que está faltando para oficializar essa parceria gráfica!Vou saber em breve. Será que o pastor Paul Anderson finge que gosta da gente, mas no fundo não gosta nada, como um monte de gente aqui no Brasil, que é amigo do Caio na frente dele, e depois diz ao seu pessoal: “Não coloquem NADA do Caio para o povo ler e ouvir, hein? – segundo testemunho do próprio pessoal deles, a nós, o tempo todo. Será?... Não, não... Duvido que seja o caso. O Paul está mergulhado até o último fio de cabelo na pregação da Graça de Deus, e faz isso sem nem ter conhecido o Caminho, o Caio, ou quem quer que seja, como muitos outros estão fazendo...

[2] Reunião com o nosso irmão amado Marcos Viana, brasileiro radicado com a família em Amsterdam, na linda Holanda. O Marcos luta muito para manter o Evangelho sadio em meio às preocupações evangélicas brasileiras de prosperidade e crescimento a qualquer preço! O Marcos pastoreia uma igreja que teve parte de sua membresia desvinculada à medida que ele foi adotando: 

a) posturas de não-alienação do povo (sim, o povo gosta de viver alienado, submisso a ordens sacerdotais que, feito jogo de azar, ditam as cartas a jogar), 
b) de ofertas e dízimos não-obrigatórios, mas fruto de uma consciência grata e generosa, cheia de Cristo! (O povo não gosta de saber que Deus continua não nos devendo NADA nem quando “pagamos” a ele sua santa mensalidade!), 
c) de distinção entre a cultura evangélica meritória, ufanista e supersticiosa pelo Ensino do Evangelho inclusivo, integral, de radical compromisso de fé e devoção, humildade, confiança e superabundante graça! (O povo se sente seguro na cultura religiosa e não deseja o esforço de buscar conhecer JESUS tal qual Ele se revela nas Escrituras), e, por fim, 
d) O Marcos tem se mostrado muito humano... Humano demais para um pastor super-crente! (O povo confia muito mais nos tais “homens de Deus” do que na dependência do Deus dos homens). 

Muito bem, é por estar fazendo um caminho tão cheio de dores em meio à paz que pretendo passar uns dias com o Marcos em Londres, para orarmos juntos, e devolvê-lo à Missão com uma nova responsabilidade: O cuidado de todas as Estações, iniciativas, grupos caseiros, gente dispersa, peregrinos da fé, entre brasileiros e nativos por toda a Europa. O Marcos será servo do Way to the Nations na Europa Ocidental, pós-moderna, pós-cristã e pré-islâmica. Será ele porque só pode ser quem já considerou tudo como perda para abraçar a Cristo, somente!  (e sem esse A-B-C que qualifica o Marcos, sinceramente, não queremos mais ninguém... Acabou o tempo de titubear por causa de inferninhos eclesiásticos dos quais as pessoas reclamam o dia inteiro mas nunca largam o OSSO e a glória de seus cargos de projeção comunitária. As favas, com a benção e misericórdia de Deus!) Queremos um milhão de Marcos Amsterdam!).  Sua função é apoiar diretamente a imensa quantidade de gente que nos escreve todo dia perguntando: “Onde encontro gente que pensa como eu aqui em Paris?”, por exemplo... Nós não conseguimos mais fazer isso, e nem isso é possível à distância, senão em função dos milagres que a fome e sede de Deus promovem o tempo todo!

[3] Trocar dons, tirar dúvidas e fortalecer a fé dos nossos irmãos da Estação em Londres em quatro reuniões; uma delas com o Caio por vídeo-conferência;
[4] Encaminhar o casal Leonardo & Ayla (e a semente que já cresce em seu ventre!) rumo ao cada vez mais complicado CAMPO na Nigéria, onde a reação da apóstola Helen Ukpabio foi tão arrasadora que dissipou e quase dissolveu o orfanato de recolhimento de crianças-bruxificadas por falsos profetas. Além disso, ela conseguiu afastar o suporte financeiro da ONG inglesa SSN. Entregarei ao Leo & Ayla o sustento deles pelos próximos dois a três meses para a Ayla cuidar do ninho missionário em casa. Dinheiro esse dado por vocês!
[5] Reunir-me com Gary Foxcroft, fundador da SSN e ex-provedor do orfanato. Vamos pedir pela continuidade do investimento e, olho no olho, deixaremos claro que em UM ano entregaremos um relatório de melhor aproveitamento dos recursos, pregação contra a estigmatização prevenindo novas bruxificações até que essa praga acabe, e possamos um dia transformar a espada em arado, quando cada uma das crianças abandonadas se tornarem professores de uma espécie de SENAI que faremos vigorar no Orfanato, sob a direção do Leo. É nossa hora, é nossa vez...!

[6] E ainda, levarei comigo (a) a versão bilíngüe dos quatro Evangelhos, para o Leo & Ayla levarem à Nigéria (de fala inglesa) e à Angola (de fala portuguesa); (b) a nova edição do livreto ilustrado para crianças “Jesus and the Children”, editado também em português para o Caminho-Criança no Brasil e para todas as comunidades cristãs que assim o desejarem, (c) o livro de orientação aos pais africanos, intitulado “O que fazer se seu filho for acusado de bruxaria?”, publicado pela editora PRÓLOGOS em inglês.

Peço encarecidamente a participação de cada um, em oração. Por favor. Quando estamos no Campo, vocês acham que estamos orando e jejuando? Não, não! Estamos comendo, pregando e fazendo vínculos! Nossas orações são somente pelo próximo que cruza conosco. Nunca por nós. Então, por favor, cumpram o que falta...
Deixamos nossas esposas, cinco filhos, e as Estações (além de profissão e dezenas de emails que ficarão sem resposta).
Obrigado especial ao Chico, ao Marcos Vinícius, ao Tato, ao Adailton, a Dora, ao Valmir, a cada um que tem contribuído financeiramente, e ao Deus de todas as coisas, que me permite ainda viajar assim com recursos próprios, a fim que de o máximo possível de investimentos sejam feitos na direção dos que nada têm!
Na mesma Graça,
Marcelo Quintela
marcelo@caminhonacoes.com